artes de SABOR BRASILIS no lápis do Felipe Cunha. a produção da graphic novel continua continua. e aqui tem mais novidades sobre a produção do Felipe.










artes de SABOR BRASILIS no lápis do Felipe Cunha. a produção da graphic novel continua continua. e aqui tem mais novidades sobre a produção do Felipe.











as it says on Ex.plore, the data the infographic is based on is dubious, and I’d also argue that books sold don’t equal to books read. but it’s an interesting piece of design by Jared Fanning.
via Alysson Villalba
minhas HQs mais lidas, desde que as subi pro Issuu. o resultado me surpreendeu, mas pode ter a ver também com essas primeiras estarem no ar há mais tempo.
my most read comics, since they-ve been uploaded to Issuu. the results have surprised me, but it may be due to those topping the list having been online for a longer period.
1- STEVEBRAIN CAMISA-DE-FORÇA [Português]
2- STEVEBRAIN STRAIGHT-JACKET [English]
3- UM DIA SECO [Português]
4- A DRY DAY [English]
5- MONDO ALBINO [Português]
6- ZOMBINGO [English]
7- ZUMBINGO [Português] + O MAJOR [Português]
8- THE MAJOR [English]
9- O ÁGUIA – CABO CANAVERAL [Português]
legal ver que as HQs têm sido lidas por aí, ainda que eu não saiba quem são essas pessoas. quero que mais histórias cujos direitos são meus estejam de graça na internet, e com o tempo isso deve acontecer. mas tenho que tentar vender as novas antes pra algumas publicações. de qualquer forma, se ainda não leu alguma dessas, clica aí e se divirta [ou não].
it’s cool that those comics have been read, even if I don’t know who they really are. i want more stories whose rights i own to be available for free on the internet, and this may happen eventually. but first I must try to sell new ones to some publications. anyway, if you haven’t read some of those, hit the links and have fun [or don't].
ARGO é um filme sobre a missão maluca da CIA em 1979 / 1980 para resgatar seis diplomatas no Irã, envolvidos em uma famosa crise de reféns que se estendeu por mais de um ano. resumidamente: Antonio J. Mendez, um dos homens por trás da operação, teve a ridícula mas brilhante [ou brilhantemente ridícula] idéia de fazer o oposto de uma missão secreta. ele inventou a produção falsa de ARGO – um filme de Ficção Científica canadense – para resgatar os diplomatas no país islâmico. GUERRA NAS ESTRELAS, sucesso imenso de 1977, foi parcialmente filmado na Tunísia, então não pareceria coisa do outro mundo.
Mendez conseguiu um roteiro de gaveta com John Chambers, maquiador de PLANETA DOS MACACOS, e designs de Jack Kirby para uma adaptação de SENHOR DA LUZ [LORD OF LIGHT], psicodélico livro de Roger Zelazny que tem vários elementos cósmicos e filosóficos em comum com a obra do Rei.
os designs, alguns no fim deste post, incluíam até um parque temático. uma pena que a adaptação não foi pra frente, mas ajudou a compor a jogada – explicada em maiores detalhes nesse artigo do Comics Alliance – que Ben Afleck agora retrata em filme produzido por George Clooney. este já virou especialista em dirigir ou produzir filmes sobre questões de Mídia e Política. falta um cara assim no Brasil, já que casos bizarros não faltam também.
em ARGO o desenhista será vivido por Michael Parks [o xerife Earl McGraw, personagem que de vários filmes de Quentin Tarantino] e galã dos anos 60 que virou operário-padrão do Cinema e da TV.
Jack Kirby, falecido em 1994, foi junto de Stan Lee o co-criador de metade do Universo Marvel [e, no seu caso, vários grandes conceitos da DC]. o gênio tem sido citado bastante recentemente por causa da estréia do filme VINGADORES. a luta de sua família pelas artes originais do Rei dos Quadrinhos e pelos direitos autorais de vários personagens é provavelmente uma batalha perdida e em alguns pontos incoerente. mas muita gente com razão se incomoda ao ver apenas Stan Lee receber os louros. li no Twitter alguns gringos falando em boicote ao filme por conta das injustiças sofridas por Kirby. eles provavelmente já assistiram a VINGADORES umas 3 vezes…
independente disso o mais importante – acredito eu – agora é o reconhecimento que a memória e influência de Kirby não têm na Cultura Pop fora do nicho de Quadrinhos. passe 5 minutos dando scroll no blog Kirby Dynamics pra sua cabeça começar a viajar e explodir com as artes, designs, composições e narrativas visuais. não acho que uma ponta em filme vai resolver isso, mas quem sabe mais gente em Hollywood se interessa pela figura do artista e resolve fazer um filme sobre sua vida. gente bem menos importante pras Artes já teve destaque bem maior. os Quadrinhos e a memória do Rei merecem mais.



da época em que o programa dela era daqueles bem sensacionalistas [estilo Geraldo, Márcia etc]. ao lado dele o então editor da revista SPIN, Bob Guccione Jr – ambos evocando o eu lírico e a sátira social pra se colocar entre o trio de moleques e a indignação das mães de família cristãs da platéia e o nariz torto da apresentadora.
o vídeo tá linkado nesse artigo da NEW YORKER escrito por Sasha Frere-Jones. o texto lembra como MCA [Adam Yauch], cuja morte foi anunciada ontem, de fato era um dos maiores responsáveis pela evolução dos Beastie Boys de rappers idiotas – e misóginos – em caras mais conscientes do que faziam e falavam. sempre bom ver alguém se esforçando pra espalhar as good vibes dos 4 Elementos.
R.I.P, MCA.

via @tommiesunshine
as revelaed by Warren Ellis in his new and highly-recommended Machine Vision newsletter – easy subscription right here. for all orphans of the old Bad Signal emails and new fans of his internet-christianity.

via @deniscp
desculpe o título sensacionalista mas quero ver até onde consigo espalhar isso, porque me deixou feliz, acho importante e precisa ser divulgado.
depois de Gabriel Bá e Fabio Moon agora o amigo e parceiro George Schall vai ter na edição #14 uma HQ sua publicada. ele escreveu, desenhou e coloriu a história que tem sonhos como tema. depois ele conta mais sobre ela.
a DHP é a antologia mais importante do mercado americano [de uma das editoras mais legais] e costuma ser plataforma de lançamento de algumas séries de sucesso. começou em 1986 [acabando em 2000] e dali saíram CONCRETO e SIN CITY. o segundo volume saiu de 2007 a 2010, inicialmente em versão digital em parceria com o Myspace e depois em coleções encadernadas. o terceiro volume voltou impresso em 2011 e rola até hoje, sempre misturando novos talentos com pesos-pesados do meio. uma espécie de caixa de bombons de idéias, como toda boa coletânea.
olha só alguns dos autores dessa edição: John Layman [CHEW], Kelly Sue DeConnick [30 DIAS DE NOITE, OSBORN], Carla Speed McNeil [FINDER], Dean Motter [MISTER X], Mike Baron [BADGER], Mark Verheiden [FANTASMA e produtor de BSG], Michael Avon Oeming [POWERS], Bo Hampton [VIKING GLORY], Sam Kieth [THE MAXX], Phil Noto [CHUCK], Mark Nelson [NIGHTBREED]. a capa é de Tony Puryear e tem outra, de Steve Rude [NEXUS]. pra mim seria como ter uma banda e participar de uma coletânea com alguns ídolos da adolescência.
DARK HORSE PRESENTS #14 sai em Julho. quem compra HQs importadas de lojas pode fazer a encomenda desde já da versão impressa a u$ 7,99, ou da versão digital no aplicativo da editora.
e depois disso o George – que fez comigo a HQ do MSP NOVOS 50 – vai estar com o Felipe Cunha ma arte da nossa graphic novel SABOR BRASILIS.
dentro da novíssima-nova leva de títulos da DC Comics saiu hoje DIAL H, reboot [ou continuação, não sei] do antigo DIAL H FOR HERO, em que uma pessoa comum entra numa cabine telefônica, ganha poderes e se transforma em um super-herói durante algumas horas. um exercício maluco e divertido de criação de personagens.
o premiado e prolífico escritor inglês China Miéville atualizou o conceito de um jeito muito simples, mas certeiro: pela estranheza do Realismo Fantástico. ninguém – até agora, pelo menos – invoca os poderes através de um celular, mas precisa de fato entrar na misteriosa cabine telefônica, quase um mini-altar perdido no meio da cidade – e discar o número mágico. Nelse, um gordinho bem intencionado e tabagista que sofre de Depressão, é o herói involuntário da ocasião, transformando-se no Garoto Chaminé [um Máscara que mão é a incorporação do humor e sarcasmo, mas do... cigarro] e no Capitão Lacrimoso [um Super-Emo que se alimenta das memórias tristes alheias] para ajudar um amigo a escapar de traficantes. as falas do Boy Chimney e as memórias que o Captain Lacrimose traz à tona são ao mesmo tempo belas e grotescas, em cenas que lembram o DOOM PATROL do Grant Morrison.
a arte do Mateus Santolouco – um dos meus desenhistas brasileiros preferidos – dá o clima decadente certo pra história; agora não consigo imaginar outra arte que casaria melhor. o gaúcho tá afiado, tendo vindo recentemente do reboot das TARTARUGAS NINJA pra IBW, da participação especial no VAMPIRO AMERICANO e dos zines SUPREME, OBSCENE e EXTREME [algumas das melhores coisas que peguei no FIQ 2011]. a energia da fluidez caligráfica junto ao peso e volume sujeira da arte final dão uma cara de HQ independente e punk que pelo visto tem a ver com a proposta do Miéville. quero um dia ter a chance de trabalhar com esse cara.
e pra completar a capa é do Brian Bolland e a edição da revista é da Karen Berger, a chefe do selo Vertigo. acabei de colocar mais um título na lista de leitura mensal. veja um preview no CBR. e a versão digital tem à venda no Comixology.